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Cantor suspeito de agredir namorada é solto por falta de provas

Diego é suspeito de agredir e quebrar 3 dentes de Kaline no dia 6 de abril

21/05/2025 às 17h17 Atualizada em 21/05/2025 às 17h23
Por: Rodrigo Falcão
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Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Diego Damasceno de Souza, de 29 anos, cantor suspeito de agredir sua ex-companheira, Kaline MIlena, 30 anos, foi solto pela Justiça do Amazonas nesta quarta-feira (21), por falta de provas, segundo a Justiça. Diego é suspeito de agredir e quebrar 3 dentes de Kaline no dia 6 de abril, no bairro Parque 10, zona centro-sul de Manaus.

Segundo a decisão da Justiça, o próprio Ministério Público manifestou-se pela absolvição do réu, alegando ausência de elementos suficientes para manter a acusação. 

“O órgão ministerial, na condição de custos legis, entendeu pela absoluta ausência de provas e requereu a absolvição do réu", diz um trecho da sentença. 

O alvará de soltura foi determinado com cumprimento imediato. De acordo com o relato da vítima, a agressão aconteceu dentro do carro do casal, após uma discussão motivada por ciúmes. Karine afirmou que Diego ficou incomodado com um vídeo gravado por ela durante um evento de trabalho. Na volta para casa, após assistirem a um jogo, ele teria iniciado uma discussão e a agredido com socos, quebrando três de seus dentes.

"Ele começou a me agredir ainda com o carro em movimento. Tudo por causa de um reels que gravei dançando com colegas de trabalho. Ele estava embriagado", contou a vítima.

Karine relatou ainda que esta não foi a primeira vez que sofreu violência por parte do companheiro. Segundo ela, as agressões começaram em julho de 2023 e se repetiram em outubro, quando o cantor teria arrancado um de seus dentes.

Após a última agressão, já no condomínio onde moram, Karine disse que Diego pediu que ela se limpasse. "Eu estava ensanguentada. Ele percebeu que eu estava muito machucada e mandou eu tomar banho para me limpar. Recusei, mandei ele ir embora. Logo depois, os vizinhos chamaram a polícia e fui levada ao hospital", relatou.

Apesar das denúncias e do histórico de agressões, a Justiça entendeu que não havia provas suficientes para manter a prisão preventiva. O caso segue sob apuração da Polícia Civil.

 

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